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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

PADRE ARISTIDES E A COLUNA PRESTES EM PIANCÓ O QUE TODOS PRECISAM SABER






Quando a Coluna Djalma Dutra/Siqueira Campos/Miguel Costa (depois chamada Coluna Prestes) realizava sua marcha histórica através do país, não era seu propósito o combate armado, mas a divulgação de ideias sociais renovadoras na política nacional.

Partidariamente, os coronéis sertanejos e suas oligarquias, que se alinhavam quer na situação quer na oposição, e desfrutavam as benesses do Estado, estavam de um lado; e do outro os reclamos do povo contra o atraso econômico e social que tal procedimento acarretava ao país, e era escutado pelos militares.

Quanto ao heroísmo do Padre Aristides, tal não me impressiona, porque não existiu. Ele era um desajustado, em conflito com Igreja Católica, réu condenado pela legislação canônica, proibido de celebrar ofícios religiosos, feroz defensor de privilégios. Um pedófilo, que ofendia os costumes, a sociedade. Piancó não merece o rebaixamento de tê-lo como herói. É verdadeiramente uma figura de nenhuma importância do ponto de vista da ética social, política e religiosa. Pelo contrário. Somente um pretenso coronel protetor de cangaceiros como tantos, no estilo da época. Não passava disto. E o que é pior, envolvido em negócios com personagens suspeitos que proliferavam nas feiras, no comercio de gado, de animais.

Todos conhecem e alguns remendaram a “história do boi lavrado”, boi roubado, contraferrado.

Eilzo Matos


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